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                A produção do gesso ocorre à partir de um material encontrado em abundância na própria natureza: a gipsita. Em seu produto final, ela é encontrada como um pó que quando re-hidratado, se torna uma massa sólida e firme. Seu uso é constante e amplo na construção civil, em decoração como vasos, na odontologia como molde, na medicina como aarelho ortopédico e assim por diante. É um material vantajoso, um bom isolante térmico e acústico, é barato, comum e um acabamento elegante em algumas situações.

                Entretanto, ele também pode trazer prejuízos. Com o crescimento das construções, seu uso também aumenta, mas seu descarte ainda é feito de maneira incorreta. Quando não é mais utilizado, é comumente jogado em terrenos baldios e aterros sanitários, mas essa é uma atitude grave. Por ser um material com alta solubilidade, ele acaba sulfurizando o solo e contaminando os lençóis freáticos.

                Por conta disso, a reciclagem desse material se tornou obrigatória, onde as empresas que utilizam o gesso, na hora do descarte, devem especificar a quantidade, separação, transporte e destino final. A reciclagem propriamente dita começou na Dinamarca, onde há um processo de logística, triagem e assim por diante, que resultam em um gesso com 95% de pureza, mais do que o natural. Esse processo não altera as propriedades fisioquímicas do produto, e faz com que ele possa ser re-utilizado da mesma forma que era antes da reciclagem.

                No Brasil o processo já vem acontecendo como investimento de algumas empresas no Rio Grande do Sul, Paraná e assim por diante, tornando o uso do gesso cada vez mais sustentável.

                Por conta de suas vantagens, o gesso é muito utilizado em forros e drywall, e a Cerpolo há anos oferece o serviço de projeto, instalação e manutenção desses materiais, assim como divisórias e brises. Tudo isso, para melhorar e modernizar seu projeto. 

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